Há anos que não ouvia ninguém falar em Léo Ferré, julgava-me um fóssil, fiel depositário de memórias e de Maios de 68 que não vivi senão através de jornais e empurrões de ombro nos comícios alegóricos no I.S.E., no I.S.A. ou no "Técnico". Num breve espaço de tempo encontrei e coloquei no meu espaço o "avec le temps", que entretanto retirei mas vou recolocar, e, agora, encontro de novo aqui uma "excentricidade" que nem esta. Será um prenúncio de alguma coisa animadora que vai surgir aos olhos dos nossos conterrâneos cansados de esperar por D.Sebastião? Ou será que simplesmente está na hora de começar a passar os meus "LP's" para MP3? Assim os acordes sem tempo suportem tamanho solavanco da máquina do tempo, porque é uma máquina do tempo que me parece que encontrei por aqui. Abraço.
3 Comments:
Nem sabes o bem que me faz ouvir Léo Ferré e La solitude....
Ficava aqui o resto da noite...
Obrigada
Beijo
Uma música intemporal.
Tal como a solidão.
Beijos
Há anos que não ouvia ninguém falar em Léo Ferré, julgava-me um fóssil, fiel depositário de memórias e de Maios de 68 que não vivi senão através de jornais e empurrões de ombro nos comícios alegóricos no I.S.E., no I.S.A. ou no "Técnico".
Num breve espaço de tempo encontrei e coloquei no meu espaço o "avec le temps", que entretanto retirei mas vou recolocar, e, agora, encontro de novo aqui uma "excentricidade" que nem esta.
Será um prenúncio de alguma coisa animadora que vai surgir aos olhos dos nossos conterrâneos cansados de esperar por D.Sebastião? Ou será que simplesmente está na hora de começar a passar os meus "LP's" para MP3? Assim os acordes sem tempo suportem tamanho solavanco da máquina do tempo, porque é uma máquina do tempo que me parece que encontrei por aqui.
Abraço.
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